Infestação de percevejos é fator de atenção nas lavouras 1024 576 Atua Agro

Infestação de percevejos é fator de atenção nas lavouras

Esses insetos sugadores são considerados uma das principais ameaças à produtividade, atacando a estrutura reprodutiva da soja 

A possibilidade de recorde na safra 20/21 da soja se mantém neste início de ano segundo o último levantamento da Conab (Companhia Nacional do Abastecimento), principalmente com o aumento de área em 3,4%. A expectativa é que sejam colhidos 133,7 milhões de toneladas da oleaginosa no Brasil.

Um dos fatores que favorecem essa estimativa são as boas condições que as lavouras do Rio Grande do Sul passam neste momento após uma quebra na safra passada, em que foram colhidos apenas 11,4 milhões de toneladas. Para 2021, é esperado que o estado colha cerca de 19,8 milhões de toneladas de soja.

De acordo com o Informativo Conjuntural da primeira semana de fevereiro, produzido e divulgado pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, a regularidade das precipitações favoreceu o desenvolvimento da soja, trazendo tranquilidade aos agricultores que tiveram um atraso no plantio por conta da umidade do solo.

O Rio Grande do Sul é o terceiro maior produtor de soja no Brasil, ficando atrás apenas de Mato Grosso e Paraná. Com o início da colheita na maior parte do país, uma grande preocupação dos produtores é a infestação de percevejos, que pode comprometer a produtividade da lavoura.

Sugadores inimigos da produtividade

Dentro do complexo de pragas, os percevejos são um dos insetos mais temidos nas lavouras, pois quando não são controlados no momento certo, provocam inúmeros danos na estrutura reprodutiva da planta. A incidência mais comum dos percevejos é no início da frutificação, quando há o ponto de acúmulo máximo da matéria seca do grão.

Por serem fitófagos, ou seja, se alimentam de diferentes culturas, as pragas introduzem os estiletes (aparelho bucal) direto no grão, sugando toda a fonte nutritiva, ocasionando perdas significativas no potencial germinativo e na qualidade da cultura.

Além disso, essa ação contribui para a redução do vetor de óleo do grão, que pode favorecer distúrbios fisiológicos e a entrada de patógenos nas plantas. Entre as espécies mais comuns de percevejos na soja estão:

  • percevejo-marrom (Euschistus heros): a espécie mais preocupante na lavoura de soja, pois ao se alimentar dos grãos, as ninfas injetam toxinas que provocam a retenção foliar, deixando a planta fraca. Adapta-se facilmente a regiões quentes, o que dificulta o seu controle.
  • percevejo-da-soja ou percevejo-verde (Nezara viridula): é mais comum o aparecimento desse percevejo na Região Sul, onde o clima mais frio é favorável à sua infestação. As ninfas atacam a estrutura reprodutiva da planta e injetam toxinas que provocam o chochamento dos grãos, proporcionando impactos significativos na qualidade do grão colhido.
  • percevejo-verde-pequeno-da-soja (Piezodorus guildini): tem incidência frequente em todas as regiões produtoras do país e é uma das espécies mais prejudiciais do campo, causando danos na qualidade das sementes e retenção foliar anormal das plantas.

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Percevejo-barriga-verde na lavoura de milho

Na cultura do milho, o percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) é um grande desafio para os agricultores no início do plantio. Essa espécie sobrevive na palhada entre a rotação das culturas de soja-milho e tem alto potencial destrutivo, atacando as plantas recém-emergidas na base do caule, prejudicando o crescimento e o desenvolvimento.

Estima-se que o descontrole populacional do percevejo-barriga-verde pode acarretar em até 60% de perda na produtividade, impactando a qualidade do grãos e o rendimento da lavoura.

Percevejo barriga-verde é preocupação na lavoura

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Boas práticas no manejo dos percevejos

Para controlar a ação destrutiva dos percevejos na lavoura, o produtor rural deve fazer uso das boas práticas agrícolas que fazem parte do MIP (Manejo Integrado de Pragas). O monitoramento constante, feito com o pano-de-batida, permite que o agricultor acompanhe os tipos de percevejos presentes no campo e o seu crescimento populacional.

Quando detectado que a praga está acarretando prejuízos na produtividade, é hora de entrar com o controle químico, através de um inseticida de ação sistêmica. Essa tecnologia permite que a distribuição dos ingredientes ativos nos tecidos da planta proporcione proteção total para a planta, mesmo nos locais em que a solução não teve deposição por meio da pulverização.

Dentre os inseticidas disponíveis no mercado, Engeo Pleno S, da Syngenta, conta com a exclusiva Tecnologia Zeon, em que as microcápsulas se rompem na planta e vão liberando o ingrediente ativo de forma controlada, proporcionando maior tempo de proteção.

Engeo Pleno S é indicado para as primeiras aplicações, a solução entra em contato com o corpo do percevejo ou age no momento de sua alimentação, o que provoca uma paralisia no sistema nervoso que leva à morte do inseto em pouco tempo.

Outro inseticida que compõe o portfólio de soluções para o controle dos percevejos no campo é Galil, da Adama, que controla os inimigos sugadores com alta eficiência sem aumentar a população de ácaros. A fórmula exclusiva foi desenvolvida por químicos de Israel e proporciona eficiência no combate aos insetos no campo.

Atua Agro: as melhores soluções no controle de pragas

Para enfrentar os desafios do campo, é preciso agir rápido e contar com tecnologias eficientes e de alta performance que são fundamentais para a produtividade e para a rentabilidade da lavoura.

Com um portfólio completo de inseticidas para o controle dos percevejos, a Atua Agro tem como compromisso o sucesso do agricultor, trazendo as melhores parcerias para a sanidade da lavoura do começo ao fim do ciclo.

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