Soja: safra 20/21 deve ter produção recorde 1024 572 Atua Agro
Safra 20/21 de soja deve ter recorde de produção

Soja: safra 20/21 deve ter produção recorde

A falta de chuvas postergou o início do plantio em várias localidades, mas a situação já está praticamente normalizada e a Conab mantém perspectivas positivas para a safra. Saiba como a Atua Agro pode te ajudar a ter uma lavoura ainda mais produtiva

 

O Brasil é o maior produtor mundial de soja, cultura que tem um papel importante para a economia do país, pois lidera o ranking nacional de produtos mais exportados há mais de 20 anos. Nas últimas safras, foram obtidos bons resultados e condições de mercado atrativas para a comercialização da oleaginosa.

O plantio da safra 20/21 está em andamento na maior parte das regiões produtoras. A expectativa para essa temporada é de um crescimento de 3,5% da área plantada em comparação à safra anterior, atingindo 38,2 milhões de hectares, de acordo com dados do Boletim Grãos Novembro 2020 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

As oscilações climáticas — em especial a falta de chuvas —  impactou o ritmo das operações no início do plantio: em outubro, praticamente todos os estados produtores registraram precipitações abaixo da média. A situação, no entanto, se regularizou no início de novembro e as perspectivas seguem positivas para a safra 20/21. A Conab estima uma produção recorde de 134,9 milhões de toneladas, 8,1% maior em relação à temporada anterior.

A expectativa de desempenho da safra se mantém otimista respaldada pela forte demanda da China, pelo câmbio favorável e pelo fato dos preços da soja estarem em um bom patamar. Nesse cenário, os produtores poderão investir mais nas tecnologias e em melhores cuidados na condução e no manejo dos cultivos.

A influência da seca na Região Sul

No Paraná, o plantio está em andamento, com pequeno atraso em relação às safras anteriores. A falta de chuvas regulares não favoreceu o plantio no mês de setembro, e muitos produtores ficaram receosos por conta dos baixos níveis de umidade no solo. Com a ocorrência das chuvas, e caso as condições de luminosidade ao longo do ciclo sejam favoráveis, o atraso no plantio poderá ser compensado. As lavouras estão em boas condições, e a expectativa é de que as chuvas, mesmo que irregulares, aconteçam nos momentos certos, sem que a produtividade seja afetada.

Já no Rio Grande do Sul, a semeadura foi iniciada em outubro, mas teve pouca evolução em virtude do intenso estresse hídrico. Até o início de novembro, apenas 5% da área prevista foi semeada e as lavouras aguardam as chuvas para a germinação ter início. Segundo o último Informativo Conjuntural da Emater/RS (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul), na região de Santa Maria, o plantio foi paralisado no início de setembro, mas a área plantada já alcança 40% da intenção de plantio.

Na região de Ijuí, a semeadura foi interrompida na segunda semana de novembro pela falta de umidade no solo. As lavouras semeadas antes das precipitações apresentam boa densidade de plantas, enquanto as lavouras semeadas após as chuvas do início de novembro apresentam emergência desuniforme. Ainda assim, as sementes que ainda não germinaram estão sem danos aparentes.

De acordo com a avaliação da Conab, ainda não há motivos para preocupação: historicamente, a semeadura da Região Sul se concentra em novembro e, caso haja umidade no solo, deverá evoluir dentro do esperado. A companhia afirma também que a expectativa de plantio para essa safra na região foi ajustada em 2,6%, chegando a 6.055,2 mil hectares, seguindo a tendência de aumento dos últimos anos.

Problemas causados pela falta de chuvas

Dentre os fatores que interferem na produção agrícola, o clima é o mais difícil de ser controlado, e a limitação hídrica é a principal responsável pela variabilidade dos rendimentos de grãos entre uma safra e outra.

Na cultura da soja, a disponibilidade de água é importante durante todo o ciclo, especialmente no período de semeadura. O plantio em solo com escassez hídrica é prejudicial para a produção porque:

  • torna o processo de germinação mais lento, podendo comprometer o cumprimento da janela ideal de segunda safra;
  • expõe as sementes por mais tempo às pragas e fungos presentes no solo, capazes de causar grandes prejuízos na fase inicial da lavoura;
  • reduz a chance de obtenção da população de plantas desejada.

Atua Agro: ao lado do produtor em todos os momentos

No cenário atual, o sojicultor pode se precaver para que outras ameaças, como pragas, doenças e daninhas, não atinjam as lavouras, comprometendo ainda mais a sanidade e a rentabilidade da safra. Agir rápido e utilizar soluções e tecnologias de qualidade é imprescindível para obter boa produtividade.

Além disso, por conta do possível período reduzido para a segunda safra, o produtor já deve se planejar para investir em boas cultivares de semente a fim de assegurar uma germinação adequada e o vigor das culturas.

A Atua Agro tem como compromisso o sucesso do agricultor e busca atuar em parceria com ele em todos os momentos. Além de oferecermos um portfólio completo de defensivos, fertilizantes e sementes, também investimos em levar conhecimento aos agricultores e oferecemos assistência técnica personalizada, para ajudar os produtores a ultrapassarem os desafios da agricultura.

Contamos com soluções financeiras, digitais e agronômicas para assegurar a produtividade das plantações e temos uma equipe especializada esperando por você na Atua Agro mais próxima. Para mais informações, acesse: www.atuaagro.com.br

 

 

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