Trigo: ferramentas de manejo para todos os ciclos da cultura 665 531 Atua Agro
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Trigo: ferramentas de manejo para todos os ciclos da cultura

Além das interferências climáticas, a lavoura sofre com diversas ameaças que comprometem a cultura do plantio até a colheita

Em um período em que o agronegócio tem registrado crescimento expressivo, a cultura do trigo segue no mesmo sentido, com alta demanda para o consumo interno e externo. Até o final do plantio, segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a área de trigo cultivada deve ser de 1,09 milhão de hectares. A perspectiva representa uma alta de 2,4% em relação ao ciclo anterior e pode ser justificada pelo momento favorável do mercado para o cereal, com preços e clima animadores para o início do cultivo.

O clima influenciou positivamente o plantio do trigo, que avança no Brasil e tem boas projeções para o futuro. Com boa umidade do solo, o início de junho foi marcado pelo intenso trabalho no campo em importantes regiões produtoras do país. Tendo em vista um cenário como este, os preços do cereal se mantêm firmes no mercado interno, resultado do volume restrito.

A triticultura no agronegócio brasileiro

Hoje, o país é responsável por uma produção anual que atinge cerca de 5 milhões de toneladas. A maior parte do trigo plantado aqui é consumido no mercado interno, tornando o cereal parte importante para a manutenção de toda a população. Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), anualmente o Brasil consome em torno de 10 milhões de toneladas do grão.

A cultura possui bom consumo doméstico, pelos setores envolvidos na produção de derivados do cereal e pelo cenário com bons preços de comercialização de vendas, precisa ser aproveitada. É a hora de investir em produtos e soluções que colaborem com a sanidade da lavoura e com a qualidade na hora da colheita.

É importante que o produtor sempre considere e compreenda a sensibilidade do trigo e todas as dificuldades envolvidas no bom desenvolvimento da lavoura. São cuidados que vão desde o tratamento de sementes e rotação de cultura, passam pelo monitoramento da lavoura ao longo de todo o ciclo e devem se manter até o período de colheita. Tudo isso com o objetivo de controlar todas as ameaças que podem comprometer o desenvolvimento da cultura.

Ameaças que comprometem a lavoura de trigo

Quando a planta é exposta a este tipo de ameaça e precisa disputar os recursos para se desenvolver, a produtividade dá lugar aos prejuízos e a queda na rentabilidade. Se não forem controlados e combatidas no período certo, os danos causados pelas plantas daninhas na lavoura de trigo podem ser severos.

A disputa por nutrientes minerais, luz, água e espaço são determinantes para o trigo e, quanto maior o crescimento da invasora, menor a captação de luz para que a planta cultivada realize a fotossíntese e possa se desenvolver.

Entre principais plantas daninhas do trigo, é possível destacar, entre gramíneas e folhas largas:

  • Azevém (Lolium multiflorum);
  • Aveia preta (Avena strigosa);
  • Aveia branca (Avena sativa);
  • Cipó-de-veado (polygonum convo/vu/us);
  • Erva-salsa (Bowlesia incana);
  • Flor-roxa (Echium plantagineum);
  • Serralha (Sonchus oleraceus);
  • Silene (Silene gallica) e
  • Gorga (Spergula arvensis).

O investimento em qualidade e proteção, através de soluções eficazes, também é imprescindível para desviar a lavoura de fatores limitantes, como a incidência de doenças que comprometem a produtividade, geram prejuízos com o aumento do custo de produção e reduzem a qualidade do produto.

A ação dos fungos na lavoura do trigo pode ser exemplificada por duas das doenças mais comuns e mais danosas para a cultura: ferrugem da folha (Puccinia triticina) e oídio (Blumeria graminis).

A ferrugem é caracterizada pelo aparecimento de pústulas com esporos amarelo-escuros, que surgem na superfície das folhas a partir da emergência até o estádio de maturação. A ação do fungo pode comprometer até 50% da produtividade da lavoura. O prejuízo é consequência da redução de área fotossintética da planta.

 

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Ferrugem da folha (Puccinia triticina) é uma das ameaças do trigo

Já o oídio, pode ser percebido pelo aspecto que as folhas apresentam depois de serem infectadas, reduzindo a fotoassimilação, e pode diminuir em mais de 60% a produtividade.

O produtor ainda encontra mais um obstáculo, que deve ser contido com rapidez e agilidade ao longo do desenvolvimento do safra de trigo: as pragas. Consequência do ataque de insetos, que pode ocorrer durante o momento do cultivo, essas ameaças são muito comuns. Como são influenciadas pelo clima, elas atacam a cultura e podem variar de acordo com a região onde o cereal é produzido.

 Corós (Phyllophaga triticophaga e Diloboderus abderus), pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) e lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) são algumas das pragas que atacam a lavoura de trigo e, de diferentes modos, comprometem a sanidade da planta, a qualidade do cereal e o bom desenvolvimento da lavoura.

O ataque dos corós, por exemplo, ocorre através de uma larva que, depois do desenvolvimento, torna-se besouro e representa um problema expressivo para o trigo. As larvas, que têm forma de “C” e cor esbranquiçada, se alimentam das sementes, raízes e demais partes das plantas, sendo que um único coró pode consumir até duas plântulas de trigo em uma semana.

O pulgão-dos-cereais suga o limbo foliar das plantas, deixando-as amareladas, e se propaga durante o ano todo, mas encontra no inverno condições mais favoráveis para aumentar a densidade populacional.

Já conhecida e temida também em outras culturas, a lagarta-militar, por ser um inseto polífago, é capaz de se alimentar de diversos tipos de plantas e pode reduzir até 73% da produtividade da lavoura de trigo. A Spodoptera frugiperda tem a estrutura do corpo entre tons verdes e marrons e quatro pontos pretos que formam um quadrado na cabeça, além disso, a região frontal é marcada por um “Y”.

Um lugar, todas as soluções

Diante de um número tão expressivo de doenças, pragas e daninhas que podem comprometer a sanidade da planta, reduzir a produtividade da lavoura e gerar prejuízos, encontrar todas as ferramentas para o manejo em um único lugar é um grande facilitador para quem produz.

Com ofertas e negociações exclusivas para diversos produtos do portfólio, a ATUA Agro está ao lado do produtor, com tecnologia e inovação em todas as soluções disponíveis para melhorar os resultados no campo, promovendo o sucesso do agricultor e de sua lavoura.

A fim de ser um espaço que também compartilha conhecimento, a loja conta com um time de consultores que ajudam na estruturação de um plano de manejo específico para a necessidade de cada propriedade.

Syngenta, Adama, Nidera, Stoller, Mosaic e Yara são apenas algumas das marcas que fazem parte do portfólio das lojas, que oferecem atendimento especializado, auxiliando o produtor na identificação de todas as necessidades específicas da propriedade e na escolha das soluções ideias para o desenvolvimento da cultura de trigo.

Ferramentas da Syngenta para o desenvolvimento do trigo

A Syngenta compreende a importância de obter um espaço que amplie a aproximação junto ao produtor e a oferta de tecnologias de acordo com suas necessidades. Quando se trata da cultura do trigo, a empresa conta com soluções assertivas no combate às ameaças que afetam a lavoura.

Com Topik® 240, herbicida seletivo de ação sistêmica, o controle de plantas daninhas como aveia-preta (Avena strigosa) e azevém (Lolium multiflorum), que juntas causam prejuízos no rendimento do cereal, pode ser realizado com sucesso. Trata-se de um herbicida muito ativo, que atua de forma específica no controle pós-emergente de gramíneas, sendo que o resultado pode ser observado na lavoura num período curto depois da aplicação.

Trazendo inovação e resultado eficazes no manejo integrado de doenças, Bion 500 WG, também da Syngenta, é um ativador de plantas que age na ativação dos próprios mecanismos de defesa da cultura, aumentando sua resistência às doenças. A aplicação do produto, tendo em vista seu modo de ação, deve ser feita de forma preventiva. Protegida por essa solução, a planta possui maior resistência à incidência de oídio, por exemplo.

Com a lavoura fortalecida, o produtor pode investir em uma solução que atue como regulador de crescimento, a fim de acelerar os processos de maturação da cultura. Para isso, a recomendação é o uso de Moddus no período de elongação da cultura, quando a planta apresenta o primeiro nó visível.

Proteção, nutrição, monitoramento e manutenção de todos os demais aspectos envolvidos nos bons resultados conquistados no campo são representados pelos produtos das marcas parceiras da ATUA.

Sendo um espaço para o agronegócio que concentra modernização, as lojas estão prontas para a realização de um atendimento aprofundado, de acordo com as necessidades do produtor e as singularidades de sua propriedade.

Unindo as ferramentas necessárias para o bom manejo da lavoura, tecnologia e investimento em inovação, a ATUA Agro mais próxima está te esperando. Afinal, a loja está aberta para proporcionar sucesso para você, agricultor, e sua lavoura. Para mais informações, basta acessar: www.atuaagro.com.br.

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