Soja: a importância dos fungicidas no controle de doenças 1024 576 Atua Agro
A importância dos fungicidas no controle de doenças

Soja: a importância dos fungicidas no controle de doenças

Existem mais de 40 doenças que afetam a cultura em nosso país, comprometendo a produtividade e a rentabilidade da lavoura. Para minimizar os prejuízos, o sojicultor deve investir nos fungicidas adequados

Durante o desenvolvimento da soja, a cultura pode ser afetada por um amplo complexo de doenças capazes de comprometer a produtividade e a qualidade dos grãos e sementes. Cerca de 15 a 20% das reduções anuais de produção têm alguma doença como causa. Além disso, já foram identificadas mais de 40 patógenos que afetam a cultura no Brasil e, por conta da expansão das lavouras no país e da falta de rotação de cultura, esse número continua aumentando.

Para não ser severamente prejudicado, o produtor deve se atentar principalmente às doenças causadas por fungos, como a ferrugem asiática, manchas e DFCs (Doenças de Final de Ciclo), que são consideradas de grande importância econômica.

Para superar o desafio de controlar o complexo de doenças da soja é necessário estabelecer estratégias de manejo eficazes – como o Manejo Consciente -, bem como a utilização de produtos com alta potência e consistência de controle.

Entre as ameaças das lavouras de soja estão:

Ferrugem asiática

A ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) é uma das principais doenças da soja. Entre os seus sintomas estão o surgimento de minúsculos pontos escuros, começando pelo terço inferior da planta e a formação de urédias no lado inferior das folhas. Posteriormente, a folha atacada fica mais clara, com aspecto de seca.

É responsável pela desfolha precoce, que compromete a formação da planta, o enchimento das vagens e o peso final dos grãos. A doença é bastante agressiva, capaz de causar prejuízos de até 90% quando não são adotadas as práticas de manejo adequadas para o seu controle.

Mancha-alvo

O fungo da mancha-alvo (Corynespora cassiicola) pode causar perdas de mais de 20 sacos por hectare, afetando diretamente a rentabilidade do produtor. A doença é caracterizada por pontuações pardas com halo amarelado, que evoluem para grandes manchas circulares com coloração castanha. Normalmente, as manchas apresentam uma pontuação central e anéis concêntricos de coloração mais escura.

O fungo pode causar a redução da área fotossintética ou até mesmo a desfolha precoce, que irá comprometer o enchimento dos grãos.

Antracnose

A antracnose (Colletotrichum truncatum) é uma doença silenciosa que pode atacar diretamente os órgãos reprodutivos da planta. É capaz de causar estragos na soja sem que o produtor perceba, impactando diretamente no rendimento de grãos e na qualidade da semente. Como resultado de seu ataque, ocorre a queda das flores e das vagens ou, em alguns casos, o surgimento de vagens sem grãos.

A antracnose também causa a morte de plântulas; manchas de coloração escura nas folhas, hastes e vagens e deterioração das sementes; além de deixar as vagens infectadas retorcidas. Se não for controlada de maneira adequada, pode atingir até 30% da produtividade.

Cercospora

A cercospora (Cercospora kikuchii) desenvolve-se com mais frequência em regiões quentes e chuvosas. A doença costuma se manifestar na reta final do ciclo da soja, causando prejuízos de até 20% para o produtor. O fungo pode atacar todas as partes da planta, causando pontuações escuras nas folhas, que se aglutinam e formam grandes manchas.

Além disso, também pode ocorrer a queda prematura das folhas. Nas vagens, aparecem pontuações vermelhas que evoluem para manchas castanhas. As sementes são atingidas pelo fungo através da infecção da vagem, causando o sintoma conhecido como “mancha-púrpura da semente”, que reduz a qualidade do grão e a afeta a germinação das sementes.

Oídio

O oídio (Microsphaera diffusa) se desenvolve na parte aérea da soja, atacando folhas, hastes e vagens. Pode gerar perdas de produtividade elevadas e seu principal sintoma é o surgimento de uma fina cobertura esbranquiçada, constituída de micélio e esporos pulverulentos, que cobrem parte da planta, dificultando a fotossíntese.

A infecção acontece em qualquer estádio da planta, mas é mais perceptível no início da floração.

Septoriose

Comum no final do ciclo da soja, a septoriose (Septoria glycines) pode comprometer a qualidade dos grãos e das folhas da cultivar. É uma das primeiras doenças a aparecer nos campos de cultivo, desde o estádio vegetativo e ataca de forma mais severa no início da formação das vagens.

O ataque do fungo é percebido pelo surgimento de pontuações pardas nas folhas, que evoluem e formam manchas com halos amarelados e centros de contorno de coloração castanha na face superior da folha e rosada na face inferior. Em infecções severas, a doença causa desfolha e maturação precoce. Possíveis lesões nas plantas servem muitas vezes como porta de entrada para o fungo.

Veja também:

Syngenta lançará fungicidas com alta potência e consistência para o controle do complexo de doenças da soja

Tendo em vista o impacto negativo que essas doenças podem desencadear sobre a produtividade e qualidade da cultura da soja, é essencial estabelecer o manejo consciente com fungicidas potentes e que apresentem consistente controle.

A sanidade da cultura de soja durante todo o seu ciclo de desenvolvimento é o que garante os bons resultados na hora da colheita, que são influenciados pelo investimento em produtos de qualidade com tecnologia de ponta desde o início do plantio. Por isso, é fundamental investir em ferramentas que possuem alta eficácia de controle do complexo de doenças.

Para um Manejo Consciente das principais doenças da soja, a Syngenta conta com dois lançamentos, que trazem um novo patamar de eficácia e produtividade para a cultura.

Endossado pelos principais pesquisadores, os novos fungicidas contam com ativos potentes, formulações modernas e performance superior, oferecendo consistência em todo o controle do complexo de doenças da soja.

Quer saber mais sobre os produtos Syngenta para a cultura da soja? Confira o nosso portfólio completo.

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Inovação: Syngenta lançará dois fungicidas para a lavoura de soja 1024 576 Atua Agro
Syngenta lançará dois fungicidas para a lavoura de soja

Inovação: Syngenta lançará dois fungicidas para a lavoura de soja

As novas tecnologias contam com uma formulação inovadora e oferecem potência e consistência, através de alta performance e controle superior, assegurando o potencial produtivo da cultura

Na agricultura, os desafios diários do campo fazem parte da rotina do produtor, que fica sempre atento aos possíveis problemas que podem comprometer os bons resultados em produtividade. Entre as principais preocupações estão a incidência de fungos nas plantas, microrganismos capazes de sobreviver em restos de cultura, solo e sementes e que desencadeiam uma série de doenças na lavoura.

No caso da soja, a ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) é uma das doenças mais preocupante para o campo, podendo levar a uma perda de produtividade de até 90%, causando um dano econômico de bilhões de reais se o controle não for feito no momento certo.

Além da ferrugem, outras doenças também são agressivas às áreas produtivas e podem afetar a qualidade dos grãos na hora da colheita. Entre o complexo de doenças, destacam-se:

  • oídio;
  • mancha-alvo;
  • antracnose;
  • septoriose;
  • cercosporiose.

Atenta às necessidades do sojicultor na lavoura, a Syngenta desenvolveu duas novas tecnologias visando o controle de todo o complexo de doenças da soja. Os fungicidas se complementam e entregam uma excelente eficácia em todo o complexo de doenças.

Syngenta: fungicidas com alta tecnologia e controle superior

Desenvolvidos com uma formulação exclusiva denominada Empowered Control, a Syngenta lançará em breve no mercado dois novos fungicidas que oferecem um novo patamar no controle do complexo de doenças da soja. Entre os benefícios da tecnologia, estão a melhora na retenção, espalhamento e translocação dos produtos nas plantas, auxiliando o sojicultor na produtividade e na rentabilidade da lavoura.

O primeiro fungicida combina os ativos mais potentes do mercado, resultando em um excelente controle preventivo e curativo (início de infecção) e entrega um controle superior sobre manchas e ferrugem.

O segundo fungicida é composto por três três ativos de alta eficácia que, juntos, maximizam o controle do complexo de doenças da soja. Entre os diferenciais do produto estão:

  • Máxima proteção: melhor efeito preventivo com alta capacidade de aderência e penetração nas folhas.
  • Dupla ação sistêmica: sinergia entre dois triazóis altamente eficazes e seletivos, que se complementam no espectro de controle.
  • Maior espectro de ação: devido ao efeito sinérgico dos três ativos, atuando de forma eficaz no controle de doenças como antracnose (Colletotrichum truncatum), oídio (Erysiphe diffusa), cercosporiose (Cercospora kikuchii) e septoriose (Septoria glycines), além da ferrugem asiática.

Além disso, ambos os produtos possuem alta conveniência, pois dispensam o uso de adjuvantes (óleo mineral/vegetal) na calda de pulverização, devido a um conjunto de adjuvantes e surfactantes que já fazem parte das suas composições.

Os produtos fazem parte do completo portfólio de fungicidas Syngenta e estarão disponíveis em breve no mercado, contribuindo com o dia a dia do sojicultor para manter a sanidade da lavoura.

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Infestação de percevejos é fator de atenção nas lavouras 1024 576 Atua Agro

Infestação de percevejos é fator de atenção nas lavouras

Esses insetos sugadores são considerados uma das principais ameaças à produtividade, atacando a estrutura reprodutiva da soja 

A possibilidade de recorde na safra 20/21 da soja se mantém neste início de ano segundo o último levantamento da Conab (Companhia Nacional do Abastecimento), principalmente com o aumento de área em 3,4%. A expectativa é que sejam colhidos 133,7 milhões de toneladas da oleaginosa no Brasil.

Um dos fatores que favorecem essa estimativa são as boas condições que as lavouras do Rio Grande do Sul passam neste momento após uma quebra na safra passada, em que foram colhidos apenas 11,4 milhões de toneladas. Para 2021, é esperado que o estado colha cerca de 19,8 milhões de toneladas de soja.

De acordo com o Informativo Conjuntural da primeira semana de fevereiro, produzido e divulgado pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, a regularidade das precipitações favoreceu o desenvolvimento da soja, trazendo tranquilidade aos agricultores que tiveram um atraso no plantio por conta da umidade do solo.

O Rio Grande do Sul é o terceiro maior produtor de soja no Brasil, ficando atrás apenas de Mato Grosso e Paraná. Com o início da colheita na maior parte do país, uma grande preocupação dos produtores é a infestação de percevejos, que pode comprometer a produtividade da lavoura.

Sugadores inimigos da produtividade

Dentro do complexo de pragas, os percevejos são um dos insetos mais temidos nas lavouras, pois quando não são controlados no momento certo, provocam inúmeros danos na estrutura reprodutiva da planta. A incidência mais comum dos percevejos é no início da frutificação, quando há o ponto de acúmulo máximo da matéria seca do grão.

Por serem fitófagos, ou seja, se alimentam de diferentes culturas, as pragas introduzem os estiletes (aparelho bucal) direto no grão, sugando toda a fonte nutritiva, ocasionando perdas significativas no potencial germinativo e na qualidade da cultura.

Além disso, essa ação contribui para a redução do vetor de óleo do grão, que pode favorecer distúrbios fisiológicos e a entrada de patógenos nas plantas. Entre as espécies mais comuns de percevejos na soja estão:

  • percevejo-marrom (Euschistus heros): a espécie mais preocupante na lavoura de soja, pois ao se alimentar dos grãos, as ninfas injetam toxinas que provocam a retenção foliar, deixando a planta fraca. Adapta-se facilmente a regiões quentes, o que dificulta o seu controle.
  • percevejo-da-soja ou percevejo-verde (Nezara viridula): é mais comum o aparecimento desse percevejo na Região Sul, onde o clima mais frio é favorável à sua infestação. As ninfas atacam a estrutura reprodutiva da planta e injetam toxinas que provocam o chochamento dos grãos, proporcionando impactos significativos na qualidade do grão colhido.
  • percevejo-verde-pequeno-da-soja (Piezodorus guildini): tem incidência frequente em todas as regiões produtoras do país e é uma das espécies mais prejudiciais do campo, causando danos na qualidade das sementes e retenção foliar anormal das plantas.

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Percevejo-barriga-verde na lavoura de milho

Na cultura do milho, o percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) é um grande desafio para os agricultores no início do plantio. Essa espécie sobrevive na palhada entre a rotação das culturas de soja-milho e tem alto potencial destrutivo, atacando as plantas recém-emergidas na base do caule, prejudicando o crescimento e o desenvolvimento.

Estima-se que o descontrole populacional do percevejo-barriga-verde pode acarretar em até 60% de perda na produtividade, impactando a qualidade do grãos e o rendimento da lavoura.

Percevejo barriga-verde é preocupação na lavoura

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Boas práticas no manejo dos percevejos

Para controlar a ação destrutiva dos percevejos na lavoura, o produtor rural deve fazer uso das boas práticas agrícolas que fazem parte do MIP (Manejo Integrado de Pragas). O monitoramento constante, feito com o pano-de-batida, permite que o agricultor acompanhe os tipos de percevejos presentes no campo e o seu crescimento populacional.

Quando detectado que a praga está acarretando prejuízos na produtividade, é hora de entrar com o controle químico, através de um inseticida de ação sistêmica. Essa tecnologia permite que a distribuição dos ingredientes ativos nos tecidos da planta proporcione proteção total para a planta, mesmo nos locais em que a solução não teve deposição por meio da pulverização.

Dentre os inseticidas disponíveis no mercado, Engeo Pleno S, da Syngenta, conta com a exclusiva Tecnologia Zeon, em que as microcápsulas se rompem na planta e vão liberando o ingrediente ativo de forma controlada, proporcionando maior tempo de proteção.

Engeo Pleno S é indicado para as primeiras aplicações, a solução entra em contato com o corpo do percevejo ou age no momento de sua alimentação, o que provoca uma paralisia no sistema nervoso que leva à morte do inseto em pouco tempo.

Outro inseticida que compõe o portfólio de soluções para o controle dos percevejos no campo é Galil, da Adama, que controla os inimigos sugadores com alta eficiência sem aumentar a população de ácaros. A fórmula exclusiva foi desenvolvida por químicos de Israel e proporciona eficiência no combate aos insetos no campo.

Atua Agro: as melhores soluções no controle de pragas

Para enfrentar os desafios do campo, é preciso agir rápido e contar com tecnologias eficientes e de alta performance que são fundamentais para a produtividade e para a rentabilidade da lavoura.

Com um portfólio completo de inseticidas para o controle dos percevejos, a Atua Agro tem como compromisso o sucesso do agricultor, trazendo as melhores parcerias para a sanidade da lavoura do começo ao fim do ciclo.

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