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Milho: como manter a produtividade mesmo com interferências climáticas 1024 572 Atua Agro
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Milho: como manter a produtividade mesmo com interferências climáticas

A falta de chuvas, principalmente no Rio Grande do Sul, pode comprometer a primeira safra 20/21 de milho. Saiba como a Atua Agro pode te ajudar!

Dentre os cereais cultivados no Brasil, o milho é o mais expressivo. Na temporada 19/20, foram produzidas cerca de 102,5 milhões de toneladas, considerando as três safras. No que diz respeito à área da safra de milho verão, a temporada 19/20 atingiu 4,2 milhões de hectares, 3,2% maior que a área cultivada na safra anterior, de acordo com dados do 12° levantamento de grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Na Região Sul, as lavouras do Rio Grande do Sul, principalmente, tiveram seu potencial produtivo prejudicado devido a problemas climáticos, que reduziram em 3% a produtividade média do país em comparação à safra anterior.

Para a safra 20/21, a Conab apresenta a projeção de produção total esperada de 105,2 milhões de toneladas – um aumento de 2,6% em relação à temporada anterior. De acordo com levantamento da consultoria Safras & Mercado, até o fim da primeira semana de novembro de 2020, o plantio de milho verão no país atingiu 72,5% da área estimada.

Nesse mesmo período, a Região Sul mostrou-se um pouco mais adiantada do que as outras regiões, com:

  • 90,1% de área plantada no Rio Grande do Sul;
  • 79,3% em Santa Catarina;
  • 97,4% no Paraná.

Ainda assim, o ritmo de plantio atrasado, se comparado ao mesmo período do ano passado, e a falta de chuvas na região, principalmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, podem gerar prejuízos para a cultura.

Situação atual do milho na Região Sul

No início de novembro, as precipitações ocorreram esparsas e com volumes variados no Rio Grande do Sul, maior produtor de milho na primeira safra do Brasil. Isso permitiu a continuidade dos plantios, mas com restrições nos locais em que a umidade do solo permaneceu abaixo do aceitável para germinação.

Segundo o último Informativo Conjuntural da Emater/RS (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul), na região de Ijuí, o retorno das precipitações contribuiu para a retomada do crescimento da cultura do milho e para a melhora significativa no aspecto visual das plantas: nos últimos dias de outubro, elas apresentaram retorno da turgidez das folhas e emissão de novas folhas, mas não foi o suficiente para cessar o quadro de déficit hídrico.

Já na região de Santa Maria, o plantio avançou, chegando, na primeira semana de novembro, a 38% da área plantada do total previsto de 42.335 hectares.

Umidade é fator-chave para o desenvolvimento do milho

A lavoura de milho é diretamente afetada por fatores ambientais, como a temperatura, a luminosidade e a umidade. É preciso que eles atinjam níveis considerados ótimos para alcançar o máximo do potencial produtivo da cultura. Por esse motivo, identificar qual é a época adequada de plantio é um dos aspectos mais importantes a serem observados pelo agricultor, principalmente em regiões de alta latitude ou altitude.

O milho é uma cultura muito exigente em questões hídricas e a falta de chuvas pode ocasionar danos em todas suas fases: no período de crescimento vegetativo, devido ao menor elongamento celular e à redução da massa vegetativa, há uma diminuição na taxa fotossintética. Com o déficit hídrico, a produção de grãos é afetada, já que a menor massa vegetativa possui menor capacidade de realizar a fotossíntese.

Na fase do florescimento, a falta de umidade pode causar a dessecação dos estilos-estigmas, aborto dos sacos embrionários, distúrbios na meiose, aborto das espiguetas e morte dos grãos de pólen, que resultarão em redução no rendimento. Já se o déficit hídrico ocorre na fase de enchimento de grãos, ele afeta o metabolismo da planta e o fechamento dos estômatos, reduzindo a capacidade fotossintética.

Comercialização e expectativas

O mês de novembro começou com o preço do milho em alta, por conta do cenário de falta de chuvas. A dificuldade no plantio fez com que os vendedores não comercializassem as sacas de milho, assim como estão retendo as ofertas disponíveis para negociação.

Dessa forma, o preço continua avançando no Brasil: na última semana de outubro, bateu um recorde histórico no país, com a cotação atingindo R$ 82,67 por saca de 60kg.

A Safras & Mercado também revisou seus números de produção de milho da safra de verão 20/21, que deverá ficar em 22,851 milhões de toneladas, em comparação às 24 milhões de toneladas previstas no levantamento anterior, devido ao tempo seco.

A colheita deve ser inferior também em relação às 23,161 milhões de toneladas da temporada 19/20.

Atua Agro: ao lado do produtor em todos os momentos

Apesar da redução da produtividade ser esperada para a primeira safra 20/21 por conta da estiagem, o produtor de milho pode se precaver para que outras ameaças não atinjam as lavouras, comprometendo ainda mais a sanidade e a rentabilidade da safra.

É preciso ficar atento principalmente ao aparecimento de pragas, doenças e plantas daninhas para não ser ainda mais prejudicado. O monitoramento da lavoura e o manejo correto são imprescindíveis para atingir bons resultados!

O sucesso do agricultor é um compromisso da Atua Agro. Entendendo os desafios e conhecendo as melhorias técnicas de manejo, buscamos atuar em parceria com o produtor em todos os momentos.

Para isso, investimos em levar conhecimento aos agricultores e contamos com soluções financeiras, digitais e agronômicas para assegurar a produtividade das lavouras, independentemente de suas necessidades. Com uma equipe especializada e as melhores soluções e tecnologias reunidas em um só lugar, esperamos você na Atua Agro mais próxima. Para mais informações, acesse: www.atuaagro.com.br

Atua Agro anuncia novas lojas para 2020 no Paraná e Rio Grande do Sul 1024 1024 Atua Agro
Atua Agro anuncia novas lojas no sul do país

Atua Agro anuncia novas lojas para 2020 no Paraná e Rio Grande do Sul

No total serão 22 lojas na Região Sul do país, com foco em promover a melhor experiência para os agricultores

A Atua Agro teve suas primeiras inaugurações em agosto de 2019, nas cidades de Santa Maria e Ijuí, no Rio Grande do Sul, mas já nasceu com 20 anos de experiência. Isso porque é a primeira loja própria da Syngenta, líder mundial no desenvolvimento de tecnologias para o campo, presente nas principais regiões agrícolas brasileiras, por meio de centros de pesquisa, estações experimentais, unidades produtivas e também comerciais.

A missão da Atua Agro é proporcionar o sucesso do agricultor. A empresa busca oferecer um ambiente que promova a inovação em serviços, tecnologia, modelo de atendimento diferenciado e portfólio robusto. Além disso, está sempre preocupada em entender os desafios no campo, conhecer as melhores técnicas de manejo e atuar lado a lado com o produtor em todos os momentos, melhorando sua experiência no mercado agrícola.

Na safra 19/20, por exemplo, foram atendidos mais de 500 agricultores na região de Ijuí e Santa Maria, além de interação com especialistas e difusão de tecnologia a campo. Por meio de um modelo de atendimento próximo e uma equipe capacitada para entregar resultados superiores, a Atua Agro oferece soluções e informações técnicas e de mercado para ajudar nas tomadas de decisões do agricultor.

Expansão Atua Agro: 20 novas unidades na Região Sul

Devido à experiência positiva acumulada desde seu lançamento e identificando oportunidades de expansão para outras cidades, em 2020 a Atua Agro evolui de 2 para um total de 22 unidades operando na safra 2020/21. Além da expansão dentro do Rio Grande do Sul, a empresa ingressa no Paraná, com a inauguração de 12 novas lojas nas cidades: 

  • Cascavel;
  • São Miguel do Iguaçu;
  • Céu Azul;
  • Cornélio Procópio;
  • Ibaiti;
  • Andirá;
  • Santo Antônio da Platina;
  • Wenceslau Braz;
  • Santa Helena;
  • Guaraniaçu;
  • Tibagi e
  • Ponta Grossa.

No Rio Grande do Sul, serão 8 inaugurações que, adicionadas às unidades de Ijuí e Santa Maria, vão totalizar 10 pontos de venda. São elas:

  • Jóia;
  • Panambi;
  • Espumoso;
  • Alegrete;
  • São Gabriel;
  • Cruz Alta;
  • São Sepé e
  • São Vicente do Sul.

Sobre as novas lojas, Ricardo Perez, Diretor Executivo da Atua Agro, conta que o agricultor pode esperar uma empresa que, de fato, vem para se diferenciar e se consolidar no mercado: “Vamos estar dentro do dia a dia do agricultor e estabelecer uma jornada de interação com os clientes, dividida em quatro grandes momentos: hora de planejar, hora de plantar, hora de cuidar e hora de colher. Isso ele pode esperar de toda e qualquer loja da Atua Agro nas regiões em que vamos operar”.

A empresa tem como foco entender as necessidades do agricultor e buscar soluções que o ajudem a alavancar seus resultados. Para isso, o produtor vai poder contar com profissionais capacitados, serviços, além de um portfólio completo, que contempla sementes, fertilizantes, defensivos químicos e soluções tecnológicas e financeiras.

Perez pontua que o objetivo dessa expansão é valorizar o agricultor e trazê-lo cada vez mais próximo da Atua Agro, a fim de que ele tenha um ambiente acolhedor e uma experiência positiva nas lojas, com confiança no trabalho da empresa: “Convidamos o agricultor a nos dar a oportunidade de mostrar por que viemos e ver que, de fato, somos uma empresa que vem para se estabelecer em uma longa jornada, por meio de uma evolução conjunta nos negócios e pela satisfação dos nossos clientes”.

Parcerias de sucesso 

Para oferecer soluções tão completas e robustas ao agricultor, a Atua Agro conta com parcerias em todas as frentes de seu portfólio. A parte de químicos fica por conta de todo o Grupo Syngenta com destaque para Syngenta Crop Protection e Adama no Rio Grande do Sul. Na parte de sementes de soja e milho, a empresa conta com as duas grandes marcas: NK e Nidera. Para outras culturas, como trigo e feijão, a empresa procura parcerias locais para aquisição de sementes. 

Os parceiros que fortalecem as soluções da área de nutrição da Atua Agro, tanto no RS quanto no PR, são do Grupo Fertipar, Piratini e Mosaic, na parte de fertilizantes de solo. Para nutrição foliar e adjuvantes, conta com o apoio da Compass Minerals, enquanto os bioestimulantes de uso foliar ficam por conta da Valagro. Na parte de inoculantes, a parceria é com a Rizobacter. No Rio Grande do Sul, a Atua Agro conta, ainda, com outros dois parceiros: a Yara Fertilizantes e a Stoller.

A última parceria, mas não menos importante, é a própria Syngenta Digital, que fornece todo o aparato tecnológico para a evolução da gestão digital nas propriedades.

Gestão digital: um diferencial da Atua Agro

A gestão digital das propriedades é uma tendência que a Atua Agro já está trazendo de forma estruturada para seus clientes. A solução engloba a conjunção entre o trabalho realizado por pessoas com a rapidez do mapeamento digital das situações que ocorrem na lavoura. A ideia é disponibilizar cada vez mais informações relevantes para que o agricultor. Assim, com o suporte e auxílio técnico da Atua Agro, será possível obter o melhor retorno na plantação.

Essa plataforma digital atua em 3 grandes frentes:

  • Planejamento Orçamentário: gerenciamento de todos os custos de produção, seja com fertilizantes, óleo diesel, mão de obra, etc.
  • Controle de pragas, doenças e mapeamento de fertilidade: através da tecnologia de mapas com imagens de satélite, o agricultor obtém rapidez na visibilidade dos problemas da lavoura e na tomada de decisões mais assertivas.
  • Consultoria: o produtor conta com o auxílio de toda uma equipe de suporte para que ele tenha o retorno esperado sempre que investir em uma nova tecnologia. Afinal, o maior desafio é saber o que fazer com a informação gerada.

Sobre a implementação dessa plataforma, Perez conta que a empresa já deu início à seleção de algumas fazendas nas regiões em que a Atua Agro vai se estabelecer para que sejam usadas de modelo, a fim de engajar e inspirar a comunidade agrícola na questão da evolução digital. “Nós estamos estabelecendo algumas áreas-referência em cada região em que atuamos, para conseguir uma rápida evolução nesse sentido”, conta o diretor executivo.

A Atua Agro foi muito bem pensada, idealizada e planejada antes de sua expansão para outras cidades e vem para se estabelecer no mercado, com um conhecimento muito forte em termos de agricultura. A empresa convida todos os produtores a conhecerem as novas unidades, que estão previstas para serem inauguradas até 20 de dezembro de 2020.

Para saber mais sobre as soluções da Atua Agro, acesse o site.

Doenças da soja: antes de tudo, proteja a sua lavoura 1024 576 Atua Agro
Doenças da soja podem comprometer a produtividade

Doenças da soja: antes de tudo, proteja a sua lavoura

O complexo de doenças resistentes que atinge a cultura pode ser prevenido e controlado logo nas primeiras aplicações

O complexo de doenças da soja é um grande inimigo do produtor. Isso porque pode comprometer os bons resultados no campo, impedindo o desenvolvimento esperado da lavoura. Investir em tecnologias que combatam os patógenos logo nas primeiras aplicações, pode proporcionar maior produtividade da cultura.

Entre as doenças que causam prejuízos nas lavouras brasileiras, a ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) é uma das mais comuns e está no ranking das que proporciona maiores perdas, podendo atingir cifras de até R$ 2,8 bilhões ao ano.

Responsável pela desfolha precoce que impede a formação completa dos grãos e, consequentemente, gera queda na produtividade, a incidência da doença, segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa e Agropecuária) pode gerar danos de até 90% da produção.

A princípio, a ferrugem asiática pode ser percebida por causar pequenos pontos escuros na parte superior do tecido foliar enquanto, na parte inferior da folha, formam-se as urédias, parecidas com verrugas. Este é o espaço que o fungo usa para produzir seus esporos.

O ataque segue com a coloração das urédias passando a obter um tom castanho-escuro. Por sua vez, a folha atacada fica mais clara e com o aspecto de seca.

A ferrugem asiática é comum em todas as regiões produtoras do país e sua incidência, combinada com um clima que favoreça o seu desenvolvimento, é o que determina os danos causados à cultura.

O controle da doença é difícil, mas pode ser evitado, a princípio, através da escolha de cultivares mais resistentes. Mesmo assim, os riscos de infestação existem e o controle químico, desde as primeiras aplicações, acaba sendo a forma mais eficaz de controlar e combater o fungo.

Além dos danos causados pela ferrugem asiática, existem outras doenças que também representam prejuízos para a lavoura e que merecem atenção do produtor, como:

  • Mancha-alvo (Corynespora cassiicola): causada por um patógeno onívoro, é capaz de causar doenças a um hospedeiro. Os danos causados à lavoura podem comprometer até 25% da produção;
  • Mancha-parda (Septoria glycines): com maior incidência no final do ciclo, a doença pode comprometer a qualidade dos grãos e das folhas da planta. Resistente, o fungo sobrevive mesmo depois da colheita do grão e, sem o tratamento correto, pode atacar a cultura nos plantios posteriores;
  • Antracnose (Colletotrichum truncatum): afetando a soja no período inicial da formação de vagens, a doença ocorre com mais frequência em regiões secas e com altas temperaturas, podendo comprometer toda a extensão da planta e causar a perda total da produção;
  • Septoriose (Septoria lycopersici): com incidência em qualquer período do ciclo, o ataque da doença é muito severo e possui grande potencial destrutivo. Trata-se da ação de um fungo que pode comprometer até 100% da produção;
  • Oídio (Erysiphe diffusa): com desenvolvimento feito na parte inferior da planta, a doença é perigosa. O ataque pode gerar perdas de até 40% e é percebido através de uma camada branca que se forma no tecido foliar;
  • Crestamento foliar e mancha-púrpura (Cercospora kikuchii): parte das doenças do final de ciclo da safra, o crestamento reduz a qualidade do grão germinado e corre o risco de se associar a outras doenças, comprometendo ainda mais a sanidade da planta. As perdas podem atingir cerca de 20% da lavoura.

O papel da soja para o agronegócio brasileiro

O agronegócio tem registrado bons índices de crescimento, sendo o único setor da economia com resultados positivos nos primeiros meses de 2020. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) indicam um aumento do setor de 1,9% em relação ao mesmo período de 2019 e a produção de soja tem importante impacto nesses resultados.

O bom desempenho da cultura elevou a produção dos grãos e impactou diretamente nas exportações realizadas pelo agronegócio, refletindo também na geração de empregos do segmento.

No Brasil, a soja ainda é pouco utilizada na alimentação humana, mas a oleaginosa não deixa de ter seu valor no mercado interno, onde seu uso fica mais concentrado na produção de óleo e de ração animal.

Além disso, a procura por outros países faz com que o grão se mantenha no topo do ranking de produtos mais exportados há mais de duas décadas. Para este ano, a estimativa é de que o país atinja a marca de 77 milhões de toneladas exportadas, segundo a consultoria Safras & Mercado.

Com o protagonismo quando o assunto são as exportações, a soja tem demanda crescente em relação a outras sementes e a versatilidade do produto garante que isso deve se manter por ainda mais tempo.

Tendo os estados do Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso do Sul como os principais produtores da oleaginosa, é importante ressaltar, também, que o Brasil ainda se destaca por ser considerado um dos países com maior potencial de expansão em área cultivada.

Doenças da soja: medidas pontuais para o combate

O bom desenvolvimento da cultura de soja e, consequentemente, os bons resultados na hora da colheita são influenciados pelo investimento em produtos de qualidade desde o início do plantio, monitoramento e realização do manejo correto ao longo de todos os ciclos.

É importante destacar que o monitoramento é um aliado do produtor na realização do manejo eficaz das doenças. A partir disso, é possível identificar a incidência dos fungos desde o início da infestação e encontrar o momento propício para intervir, extraindo o melhor do produto que vai combatê-los, zelando pela sanidade da lavoura.

Acompanhar o crescimento da cultura é uma maneira de proporcionar a qualidade dos grãos, buscando soluções de forma mais rápida para possíveis problemas causados por doenças.

A realização do manejo consciente, através do investimento em soluções que atuem não só no combate às doenças como também na prevenção delas é imprescindível para o produtor. A prática une ferramentas que agem em prol do crescimento saudável da lavoura, sem esquecer da proteção e da nutrição que a planta precisa.

Indo ao encontro de soluções que proporcionem o desenvolvimento da planta antes do aparecimento de doenças e, claro, antes do prejuízo, a Syngenta desenvolveu Elatus®, um fungicida de contato sistêmico, com amplo espectro, e que proporciona a proteção da lavoura desde as primeiras aplicações.,

Com alta seletividade, o produto é a opção recomendada para a pulverização preventiva para o controle do complexo de doenças da soja na parte aérea das culturas.

Elatus representa um novo patamar no controle das principais doenças da soja, como a ferrugem asiática e outras ameaças.

Inovador, o fungicida da Syngenta é eficaz no tratamento do complexo de doenças da soja e também das ameaças causadas por fungos considerados secundários, que também geram prejuízos e interferem na saúde da planta e na produtividade.

Elatus tem se mostrado um aliado do produtor: sua ação ocorre através de uma interação sinérgica capaz de potencializar o combate às doenças da soja logo nas primeiras aplicações na cultura.

De acordo com o pesquisador e consultor técnico da Fundação MT, Fabiano Siqueri, os resultados obtidos a partir do uso de Elatus foram muito positivos. Além disso, a união do produto à ação de Cypress foi muito assertiva. “Vamos partir para a próxima safra com um posicionamento bem definido (…) e o manejo consciente já consolidado.”, explica.

O desempenho de Elatus combinado à outros fungicidas, segundo Siqueri, “coroa e consolida essa trabalho que foi desenvolvido com tanta energia.”

Luís Henrique Carregal, engenheiro agrônomo e fitopatologista, pesquisador da Agrocarregal Pesquisa e Proteção de Plantas, em Goiás, destaca a realização do manejo de doenças com as ferramentas disponibilizadas pela Syngenta como referência no campo. “Tivemos uma melhora realmente considerável e hoje temos isso como um padrão de controle aqui”, disse.

Os resultados positivos no investimento das soluções de manejo desde as primeiras aplicações com o uso de Elatus também foram percebidos na propriedade de Nelson Vieira, por exemplo. Produtor de grãos de Catuípe, no Rio Grande do Sul, ele conquistou o padrão Syngenta de produtividade, com crescimento de 5,7 sacas por hectare.

Antes que seja tarde, aposte em Elatus

Além de proporcionar o controle do complexo de doenças da soja e ser a melhor opção para as primeiras aplicações, outro diferencial de Elatus, da Syngenta, é sua alta seletividade. Mas você sabe o que isso significa na prática?

O controle químico é um dos principais aliados contra doenças nas lavouras e investir em produtos que controlem os fungos, sem eliminar os inimigos naturais da lavoura é importante.

O fungicida sistêmico da Syngenta possui um princípio ativo que combate os patógenos causadores de doenças quando são absorvidos pela planta, inibindo a infecção.

Ao ser aplicado, o produto é assimilado pela planta e translocado, atuando na inibição do desenvolvimento dos fungos em lesões locais, agindo de forma rápida e assertiva, permanecendo na plantação e prolongando, dessa maneira, o combate a esses patógenos.

Sua ação pode, ainda, ser potencializada através da combinação com o uso de multissítios, que agem também contra ameaças resistentes.

Elatus conta com formulação tecnológica que facilita a dissolução e vem em embalagem que facilita o descarte.

Syngenta: junto do agricultor no combate às doenças da soja

Compreendendo a sensibilidade da soja ao ataque de fungo, é importante que o agricultor escolha os métodos adequados para aumentar garantir a sanidade da lavoura e também obter mais produtividade. A soma de fatores que influenciam na qualidade da produção é essencial para garantir boas margens de lucro na hora de comercializar o produto.

Ciente disso, a Syngenta conta com a mais avançada biotecnologia do mercado, oferecendo alto potencial produtivo aliado à estabilidade e sanidade de plantas e grãos.

Para proteger sua safra das principais doenças, a Syngenta oferece diferentes soluções que são referência no mercado, desenvolvidas com altíssima mobilidade e eficácia, entregando a melhor performance no complexo de doenças, além de um efeito residual mais prolongado.

Com seu profundo conhecimento sobre as plantas, a empresa tem uma posição de destaque na indicação das melhores soluções de manejo e conta com um portfólio completo por meio de sua linha de fungicidas, herbicidas e inseticidas.

Syngenta e você: conectados dentro e fora do campo.

 

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