Mesmo com adversidades, safra 20/21 de soja bate recorde 1024 576 Atua Agro
Safra 20/21 de soja bate recorde

Mesmo com adversidades, safra 20/21 de soja bate recorde

Apesar dos desafios relacionados às condições climáticas, a cultura teve um incremento de 8,5% na produtividade. Veja também as estimativas para o trigo e o milho safrinha!

A safra 20/21 de soja está se aproximando do fim, depois de muitas dificuldades ao longo do ciclo, principalmente por conta da instabilidade climática. Ainda que com adversidades, o conhecimento técnico e de campo possibilitou aos produtores obterem mais uma safra recorde, com a produção de 135,4 milhões de toneladas – de acordo com o Boletim Grãos – Maio de 2021 da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) –, o que representa um incremento de 8,5% em comparação à temporada passada.

Entre os desafios enfrentados pelos sojicultores na safra 20/21, estão:

  • Períodos de seca, que atrasaram a semeadura e dificultaram a implantação das lavouras;
  • Dificuldade no manejo de plantas daninhas, pragas e doenças, principalmente sob condições climáticas adversas;
  • Condições inadequadas na época da colheita, com períodos de chuva que provocaram perda na qualidade e na quantidade de grãos.

Apesar dos problemas com o clima, a soja continua desempenhando papel econômico significativo em diversas propriedades brasileiras. Uma prova disso é a área plantada no período 20/21, que apresentou um aumento de 4,2% em comparação à safra anterior, atingindo 38,5 milhões de hectares.

Safra 20/21: a situação da soja na Região Sul

Ainda de acordo com dados da Conab, na Região Sul, observou-se um incremento de 2,4% na área plantada em relação ao exercício anterior, alcançando 12,3 milhões de hectares.

Assim, o esperado é atingir 42,4 milhões de toneladas até o final do ciclo, um aumento de 20,2% sobre a temporada passada.

Lavoura de soja

Lavoura de soja

No Paraná, praticamente toda a área já foi colhida. Estima-se uma redução de aproximadamente 8% da produção em relação à temporada passada, ficando abaixo das 20 milhões de toneladas.

Com exceção do PR, onde o clima de fato comprometeu a produtividade das lavouras, os demais Estados da Região Sul tiveram excelente desempenho.

Em Santa Catarina, mais de 90% da área já foi colhida, e espera-se obter uma média de 3.409kg/ha, resultado 3% acima do obtido na safra anterior. A produção total deve alcançar 2,4 milhões de toneladas, sendo superior à safra passada e a segunda maior da série histórica.

O destaque fica para o Rio Grande do Sul, onde a colheita da safra de 20/21 de soja está perto do final, com resultados melhores do que o esperado. Após muitos altos e baixos na temporada, a produtividade média estadual ficou ao redor das 57 sacas por hectare, com algumas lavouras chegando até a 90 sacas.

Esse resultado é expressivo, visto que na safra anterior a média gaúcha foi menor do que 30 sc/ha. A produção total de 20,1 milhões de toneladas é a maior já verificada no Estado, 76,2% a mais do que o verificado na safra anterior.

O RS foi o Estado que menos vendeu soja antecipadamente no Brasil – quando os preços estavam abaixo dos R$ 100,00 –, o que proporcionou a sobra de mais volumes para venda nos atuais patamares, que estão bem acima desse valor (por volta de R$ 160,00/sc).

 

Veja também:

Projeções para as culturas de trigo e milho safrinha

O plantio da safra 2021 de trigo começa a avançar por todas as regiões produtoras do país, inclusive na Região Sul, com expectativa de ampliação da área de cultivo estimulada pelos altos preços do cereal no mercado.

No momento, as condições climáticas estão irregulares, com pouca ou nenhuma precipitação registrada em diversos locais importantes para a triticultura.

A expectativa é que ocorra uma incidência mais regular de chuvas, a fim de propiciar a umidade adequada aos solos, permitindo a germinação, a emergência e o desenvolvimento inicial das lavouras.

Dessa forma, estima-se um aumento de 4,9% de área plantada em comparação a 2020, podendo chegar a mais de 2,4 milhões de hectares semeados, de acordo com dados da Conab.

Plantação de trigo

Plantação de trigo

Já em relação ao milho safrinha, a semeadura foi duramente afetada pelo atraso na colheita da soja, que provocou o plantio de aproximadamente 35% da área total fora do período recomendado.

Os resultados da cultura vão depender das condições climáticas, principalmente, do mês de maio, no qual as peculiaridades do fenômeno La Niña vão determinar o tamanho da temporada brasileira.

Segundo a Conab, a área plantada de milho segunda safra está estimada em 14,9 milhões de hectares, com uma produção prevista de 79,8 milhões de toneladas, representando incremento de 6,6% em relação à safra passada.

Atua Agro: sempre ao lado do produtor

Já pensando nas próximas temporadas, o produtor pode se precaver para que ameaças como pragas, doenças e daninhas não comprometam a sanidade e a rentabilidade da safra.

Agir com rapidez e utilizar soluções e tecnologias de qualidade é imprescindível para obter boa produtividade na lavoura. Por isso, é recomendado um planejamento para investir na compra de boas sementes a fim de assegurar uma germinação adequada e o vigor das próximas culturas.

O compromisso da Atua Agro é o sucesso do agricultor! Para isso, oferecemos um portfólio completo de defensivos, fertilizantes e sementes, além de levar conhecimento aos produtores e oferecer assistência técnica personalizada, para ajudá-los a superar os desafios da agricultura com mais tranquilidade.

Temos uma equipe especializada esperando por você na Atua Agro mais próxima!

Cuidados iniciais na lavoura: a importância do tratamento de sementes 1024 576 Atua Agro
Sementes tratadas

Cuidados iniciais na lavoura: a importância do tratamento de sementes

O tratamento de sementes é essencial para o alcance do máximo potencial produtivo, além de trazer outros benefícios para a cultura e para o produtor

Obter bons resultados na lavoura depende de uma série de ações durante todo o ciclo das culturas, começando pelos cuidados iniciais, como o tratamento de sementes. Atualmente, os produtores contam com soluções inteligentes e integradas para enfrentar os principais desafios da lavoura, como o manejo de pragas e doenças, que se inicia antes mesmo do plantio.

Nesse sentido, uma estratégia cada vez mais utilizada pelos agricultores do mundo inteiro é o tratamento de sementes, devido aos ótimos resultados que tem gerado em relação ao aumento de produtividade e rentabilidade das culturas.

O uso de sementes tratadas adequadamente tem se mostrado uma das formas mais eficientes para o controle de pragas, doenças e nematoides durante as fases iniciais de desenvolvimento das lavouras.

Afinal, o que é tratamento de sementes?

O tratamento de sementes consiste na aplicação de defensivos químicos ou biológicos diretamente nelas, com o objetivo de assegurar a qualidade sanitária e controlar patógenos, insetos ou nematoides que atacam a lavoura na fase inicial. Protegidas desde o início, as sementes tratadas têm condições de alcançar o seu máximo potencial produtivo.

Sementes que antes eram ameaçadas por doenças, pragas ou até interferências climáticas conseguem crescer mais fortes, vigorosas, com melhor enraizamento, arranque inicial mais rápido e germinação mais uniforme. Além disso, também evitam prejuízos para o produtor, pois reduzem a necessidade de aplicação de defensivos nos estágios iniciais.

O tratamento das sementes pode ser feito de duas formas: na fazenda (on farm) ou na indústria (tratamento de sementes industrial – TSI). A seguir, entenda a diferença entre elas.

Tratamento de sementes on farm

É a forma convencional, em que o produtor adquire os produtos adequados e realiza o tratamento diretamente na fazenda, com equipamentos próprios. É uma prática mais barata do que o tratamento realizado na indústria, porém exige mais precauções por parte do produtor e apresenta algumas desvantagens em relação ao TSI (falaremos sobre isso mais adiante).

Para realizar o tratamento de sementes on farm, é necessário que os operadores tomem diversos cuidados a fim de manter a segurança pessoal e do processo, como:

  • Certificar-se de que o produto utilizado no procedimento é registrado para as sementes da cultura em que se pretende realizar o tratamento;
  • Fazer a manutenção do maquinário e certificar-se de que ele esteja calibrado para a aplicação;
  • Utilizar equipamento de proteção individual (EPI) específico;
  • Seguir as instruções do rótulo e da bula para a aplicação, a fim de evitar a resistência de pragas e doenças às moléculas;
  • Atentar-se à interação dos produtos utilizados, pois podem causar fitotoxicidade caso não sejam compatíveis;
  • Realizar a aplicação em um local seguro para o meio ambiente, pessoas e animais.

Tratamento de sementes industrial (TSI)

O tratamento de sementes industrial consiste em aplicações automatizadas por meio de maquinários específicos e com profissionais capacitados. Dessa forma, é possível fazer com que as sementes tenham uma dosagem precisa de cada produto, promovendo a máxima eficiência de maneira segura.

É uma solução prática para os agricultores, uma vez que as sementes já estão prontas para o uso.

Tratamento de Sementes Industrial

Tratamento de Sementes Industrial

São muitas as vantagens do tratamento de sementes industrial em relação ao tratamento realizado na fazenda. Confira algumas delas:

  • Máxima proteção: o tratamento é realizado com alta tecnologia, evitando danos fisiológicos à semente;
  • Maquinário adequado com tecnologia de ponta: promove a aplicação da dose correta, com uma excelente distribuição e recobrimento do produto em todas as sementes, de maneira uniforme;
  • Equipe especializada: nas indústrias, há uma equipe multidisciplinar de profissionais especializados que realiza testes e avaliações para assegurar a qualidade da semente;
  • Qualidade da semente: com a aplicação correta dos produtos e na dosagem adequada, a eficácia é certificada;
  • Praticidade e segurança: o agricultor tem a comodidade de já adquirir a semente pronta para o plantio, além de reduzir os riscos de intoxicação dos operadores por conta da menor exposição aos produtos;
  • Economia de tempo e dinheiro: reduz a necessidade de mão de obra na fazenda, além de eliminar o risco de erros, como a mistura de produtos que não são compatíveis e/ou doses. Também evita prejuízos, inclusive com a redução do uso de defensivos, o que protege a rentabilidade.
Veja também:

As melhores soluções para o tratamento de sementes

No momento do plantio, é possível aliar bons índices de produtividade e rentabilidade a partir da escolha de sementes de qualidade, tratadas com soluções do portfólio da Syngenta, disponíveis na Atua Agro mais próxima de você. Confira!

Voltado para as culturas de soja e milho, Fortenza Duo é o mais poderoso tratamento de sementes inseticidas do mercado, com amplo espectro de controle de pragas acima e abaixo do solo, como corós, lagartas e insetos sugadores.

Também proporciona um efeito residual prolongado, além de proteger o potencial produtivo da semente e a lucratividade do agricultor.

Com foco na cultura do milho, Maxim Quattro é um fungicida para tratamento de sementes que conta com uma mistura de quatro ingredientes ativos. Aplicado ao TS, assegura a atuação em diversos processos metabólicos, em uma ampla gama de fungos do solo e das sementes.

Cruiser Turbo é um tratamento de sementes industrial para o manejo de pragas no milho, proporcionando um incremento de produtividade na cultura. Consiste na combinação de inseticida e bioestimulante, com alta performance contra insetos sugadores.

Para as lavouras de soja, Avicta Completo é o único TSI que oferece tripla proteção, já que é recomendado para o manejo de pragas, doenças e nematoides. O produto protege os cultivos desde o plantio com mais conveniência, qualidade e segurança.

Com ação poderosa e eficaz, Fortenza auxilia o produtor no controle preventivo ao ataque de um amplo espectro de pragas da soja, mantendo o estande firme e forte desde o início e por mais tempo.

Composto por um nematicida biológico e um bioestimulante, Clariva Sky é utilizado no tratamento de sementes contra nematoides. A solução une as melhores tecnologias biológicas para o fortalecimento da soja, gerando plantas mais robustas.

Para as culturas de arroz e trigo, Cruiser Opti atua como um inseticida sistêmico e de contato, com seletividade, e controla as principais pragas das culturas, assegurando a manutenção do estande e proporcionando aumento da produtividade.

Com um portfólio completo para o tratamento de sementes, a Atua Agro tem como compromisso o sucesso do agricultor, trazendo as melhores parcerias para a sanidade da plantação, desde o início do ciclo. Confira a Atua Agro mais próxima de você!

Milho safrinha: cuidado com as pragas iniciais e doenças! 1024 576 Atua Agro
Para assegurar a boa rentabilidade do milho na segunda safra, os produtores devem ficar atentos ao aparecimento de insetos e patógenos

Milho safrinha: cuidado com as pragas iniciais e doenças!

Para assegurar a boa rentabilidade do milho na segunda safra, os produtores devem ficar atentos ao aparecimento de insetos e patógenos, a fim de realizar o manejo rápido e assertivo

Cada vez mais produtores têm investido no plantio de milho de segunda safra, cultivado logo após a colheita da soja. Ano a ano, a safrinha registra um aumento expressivo da sua área produtiva e vem se tornando mais relevante: atualmente, ela representa a maior área plantada e o maior volume de grãos de milho produzido pela agricultura brasileira.

De acordo com o último levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), estima-se que a área plantada de milho safrinha para 2020/21 atinja 14,8 milhões de hectares, o que representa um acréscimo de 7,9% em relação ao exercício anterior. A produção esperada é de 82,6 milhões de toneladas, representando incremento de 10,1% em comparação à safra passada.

Além de oferecer boa rentabilidade, o cultivo do milho safrinha possibilita o uso mais racional dos fatores de produção, como a terra, os maquinários e a mão de obra. Tudo isso em um período ocioso do ano, no qual o preço do grão costuma ser maior em comparação ao período de safra de verão e, frequentemente, com um menor custo de produção.

Apesar dos bons resultados, a expansão da fronteira agrícola aliada às mudanças climáticas aumenta a incidência de pragas e doenças que, se não forem controladas de forma rápida e assertiva, podem provocar muitos prejuízos para a cultura. Para manter as produtividades elevadas, são necessários alguns cuidados com esses insetos e patógenos, principalmente na fase inicial.

Pragas do milho safrinha

São várias as pragas que incidem com maior frequência no período de cultivo do milho safrinha. A seguir, vamos abordar três delas com maior destaque.

Percevejo-barriga-verde

(Dichelops furcatus)

O percevejo-barriga-verde é capaz de causar danos irreversíveis à cultura do milho

O percevejo-barriga-verde pode causar danos irreversíveis à cultura

O percevejo-barriga-verde é capaz de causar danos irreversíveis à cultura do milho. Ele ataca a soja no final do ciclo e permanece na palhada e/ou em plantas hospedeiras após a colheita, podendo hibernar por meses sem a necessidade de se alimentar. Em seguida, com o plantio da safrinha, o inseto ataca as plântulas do milho.

É uma praga sugadora que, com o seu estilete bucal, perfura e suga a seiva da planta, enfraquecendo-a. Conforme a cultura se desenvolve, formam-se áreas necrosadas no sentido transversal da folha, que podem dobrar na região danificada.

Com o ataque, a evolução das plantas fica comprometida, apresentando um sintoma chamado “encharutamento” ou “enrosetamento”. Em ataques severos, pode ocorrer, ainda, o superperfilhamento e a morte das plantas, que consequentemente levam à queda da produtividade e da qualidade dos grãos.

Lagarta-elasmo

(Elasmopalpus lignosellus)

A lagarta-elasmo é uma das principais pragas iniciais do milho, com alto potencial destrutivo

A lagarta-elasmo é uma das principais pragas iniciais do milho

A lagarta-elasmo é uma das principais pragas iniciais do milho, com alto potencial destrutivo. Os primeiros 30 dias após a emergência das plantas são os mais críticos para o ataque do inseto que, inicialmente, alimenta-se do caule e das folhas jovens, causando o enfraquecimento, o tombamento e até a morte da planta.

Depois, essas pragas descem para o solo e penetram no colo, provocando uma galeria ascendente que destrói o ponto de crescimento do milho. Devido ao seu ataque, ocorre primeiramente a morte das folhas centrais, sintoma denominado “coração morto”.

Lagarta-do-cartucho

(Spodoptera frugiperda)

A lagarta-do-cartucho tem grande potencial de destruição e alta voracidade

A lagarta-do-cartucho tem grande potencial de destruição e alta voracidade

A lagarta-do-cartucho adulta tem coloração que varia entre marrom, verde e preto, com um característico Y invertido na parte frontal da cabeça, e tem grande potencial de destruição e alta voracidade. Quando recém-eclodida, ela se alimenta de tecido verde, realizando a raspagem nas folhas.

Quando está completamente desenvolvida, começa a realizar orifícios nas folhas, podendo atacar as plântulas, as espigas e perfurar a base da planta, atingindo o ponto de crescimento e provocando o sintoma de “coração morto”.

Veja também:

Doenças frequentes no milho segunda safra

Entre as doenças que geralmente incidem na segunda safra e que mais geram preocupação para os produtores, estão:

Ferrugem polissora

(Puccinia polysora)

O principal sintoma da ferrugem polissora é a apresentação de pústulas de coloração marrom

O principal sintoma da ferrugem polissora é a apresentação de pústulas de coloração marrom

A ferrugem polissora é uma doença considerada muito agressiva, capaz de causar danos econômicos de até 65% no milho. Na região Sul, ocorre com mais frequência no Estado do Paraná. O clima quente e úmido e as baixas altitudes são fatores favoráveis ao aparecimento da doença.

O principal sintoma é a apresentação de pústulas de coloração marrom, densamente distribuídas na face superior das folhas. Quando instalada na lavoura, ocasiona uma série de danos às plantas, como a redução da área foliar; diminuição do vigor e do peso dos grãos; acamamento; e, em cultivares suscetíveis, pode ocorrer a morte prematura da planta de milho.

Mancha branca

(Phaeosphaeria maydis)

A ocorrência da mancha-branca é favorecida pela semeadura tardia e pela ausência de rotação de culturas

A ocorrência da mancha-branca é favorecida pela semeadura tardia e pela ausência de rotação de culturas

Considerada agressiva e de alta disseminação, a mancha branca pode causar perdas de produtividade superiores a 60%. Os sintomas iniciais são manchas cloróticas, de formato circular e com aspecto de encharcamento. Essas manchas crescem, tornam-se esbranquiçadas ou com aspecto seco e apresentam margens de cor marrom, causando severa queda na produtividade.

A ocorrência dessa doença é favorecida pela semeadura tardia e pela ausência de rotação de culturas. Além disso, o fungo é necrotrófico, podendo permanecer em restos culturais de plantas infectadas. É disseminada através do vento e de respingos de chuva.

Cercosporiose

(Cercospora zeae-maydis)

A cercosporiose leva à perda de área foliar

A cercosporiose leva à perda de área foliar

A cercosporiose está presente em praticamente todas as áreas de cultivo de milho e é uma das doenças mais importantes da cultura, pois pode causar perdas superiores a 80% quando em condições favoráveis.

Os indícios da doença são manchas retangulares de coloração acinzentada (necrosada), que se desenvolvem paralelamente às nervuras. Lesões mais jovens geralmente apresentam um halo amarelado se observadas através da luz.

A doença leva à perda de área foliar, podendo implicar a diminuição da produção dos fotossintatos, que contribuem para enchimento de grãos. Consequentemente, isso acarreta a diminuição drástica da produtividade. Em ataques mais severos, pode ocorrer acamamento das plantas de milho. A cercosporiose é disseminada através de esporos e de restos de cultura levados pelo vento e por respingos de chuva.

Manejo eficiente de pragas e doenças no milho safrinha

O milho safrinha exige maior atenção no controle fitossanitário por conta das condições climáticas no período de semeadura, que favorecem o estabelecimento de determinadas pragas e doenças. O uso de diferentes iniciativas de manejo contribui para a máxima produtividade da cultura e promove a manutenção das tecnologias adotadas.

A primeira ação necessária para produzir o milho safrinha de maneira eficiente é realizar o planejamento agrícola, que se inicia ainda na cultura anterior, uma vez que a colheita deve ser realizada o quanto antes para aproveitar o período de temperaturas favoráveis e as chuvas.

É na fase inicial da cultura de milho que os ataques são mais prejudiciais, portanto, a proteção da lavoura deve começar antes mesmo do plantio, com o tratamento de sementes. Essa tecnologia consiste na aplicação de defensivos químicos diretamente nas sementes, promovendo o controle de pragas e doenças iniciais na plantação, ou seja, no período mais crítico da lavoura. Além de reforçar a proteção, a estratégia pode evitar gastos adicionais no decorrer da lavoura.

Depois de a cultura ser estabelecida, o monitoramento constante da lavoura é necessário para identificar e acompanhar o surgimento e a evolução de pragas e doenças. Esse reconhecimento é fundamental para a tomada de decisão em relação ao momento adequado para aplicar os defensivos agrícolas ou outras estratégias de manejo.

Por meio do monitoramento, o produtor consegue identificar a necessidade de entrar com o controle químico, por meio da aplicação de inseticidas e fungicidas voltados para o manejo específico das pragas e doenças presentes na lavoura. Essa é uma das medidas mais eficientes de controle a fim de assegurar melhores condições de desenvolvimento da cultura e, consequentemente, melhores resultados para os agricultores.

Controle químico com soluções Syngenta

No momento do plantio, o milhocultor pode aliar bons índices de produtividade e rentabilidade a partir da escolha de sementes de qualidade, tratadas com soluções da Syngenta.

Fortenza Duo é o mais poderoso tratamento de sementes inseticidas, com amplo espectro de manejo de pragas iniciais. Composto pela combinação dos produtos Fortenza e Cruiser, oferece controle superior para pragas acima e abaixo do solo.

Outra solução para o tratamento de sementes é Maxim Quattro, desenvolvido especificamente para o manejo de doenças iniciais na cultura de milho. Conta com uma mistura de quatro ingredientes ativos, propiciando um maior espectro de controle de patógenos.

Também voltado para o TSI (tratamento de sementes industrial), Cruiser Turbo é a solução que atua com alta performance no controle de insetos sugadores e possui bioestimulante para impulsionar a produtividade, gerando melhor enraizamento e nutrição da planta.

Dentre os inseticidas disponíveis para controle de percevejos do milho, Engeo Pleno S se destaca pela sua exclusiva tecnologia que protege os ingredientes ativos em microcápsulas e controla a liberação do produto, proporcionando proteção prolongada e manejo de ninfas e adultos.

No controle das doenças do milho, o produtor pode contar com Priori Xtra. A aplicação do fungicida sistêmico é capaz de fornecer  efeitos fisiológicos benéficos às plantas. Além disso, o produto oferece amplo espectro de controle; sistemicidade e rapidez na translocação; e efeito residual prolongado, protegendo a lavoura por mais tempo.

Atua Agro: sempre ao lado do produtor

Agir rápido e utilizar soluções e tecnologias de qualidade é imprescindível para enfrentar as ameaças e obter boa produtividade e rentabilidade na lavoura de milho. Com um portfólio completo de soluções financeiras, digitais e agronômicas para o manejo da sua lavoura, a Atua Agro tem como compromisso o sucesso do agricultor, trazendo as melhores parcerias para a sanidade da plantação, do começo ao fim do ciclo. Confira a Atua Agro mais próxima de você!

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